Plano Financeiro Para O Prestador De Serviço

3 dicas para um plano financeiro para o prestador de serviço

Se você não sabe como fazer, ou deseja melhorar o seu planejamento financeiro para o prestador de serviço, hoje aprenderá algumas dicas importantes!

Toda empresa, independentemente do setor, deve ter um planejamento financeiro preparado para garantir o equilíbrio das contas do negócio. No caso de uma prestadora de serviços, essa tarefa se faz ainda mais fundamental.

O planejamento financeiro é um conjunto de ações que permitem que o empreendedor possua maior controle sobre as finanças e consiga, de certa forma, prever como as contas da empresa estarão nos períodos futuros.

Contudo, não são todos os empresários que entendem como fazer um planejamento financeiro eficaz. Alguns nem mesmo entendem a sua importância E também há aqueles que não possuem qualquer ideia de como fazer um planejamento financeiro de qualidade, ao tentar cuidar das tarefas por conta própria.

Vamos entender como aumentar a efetividade de um planejamento financeiro para o prestador de serviço!

O TRABALHO DO GESTOR NO PLANEJAMENTO FINANCEIRO

Enquanto o Planejamento Financeiro Contábil deve ser feito por um contador que entenda do seu negócio, há o Planejamento Financeiro Gerencial, que pode ser realizado pelo gestor, por exemplo.

E é altamente recomendável que o gestor crie um planejamento financeiro, a fim de obter indicativos sobre o seu fluxo de caixa e dos resultados da empresa, apenas para acompanhar e começar a desenvolver medidas para garantir que as metas serão alcançadas e o equilíbrio da empresa.

Contudo, somente esse tipo de Planejamento Financeiro para o Prestador de Serviço não é o suficiente. O contador se faz necessário.

O CONTADOR NO PLANEJAMENTO FINANCEIRO PARA PRESTADOR DE SERVIÇO

O trabalho da contabilidade possui uma função um pouco mais sistemática, já que o Planejamento Financeiro Contábil busca investigar e estruturar a posição financeira da empresa e planejar formas de aprimorar as contas do negócio, parte disso está inclusa no Balanço Patrimonial.

1 – ENTENDA AS RECEITAS

O primeiro passo é entender o dinheiro que entra e sai da sua empresa. Quais são os tipos de produtos ou serviços e qual a arrecadação de cada um deles? Qual a natureza da transação?

O ideal aqui é separar produtos de serviços e registrar cada uma das informações, garantindo que todos os dados estarão corretos e que devidamente categorizados.

Será preciso conhecer a realidade da empresa de forma profunda, incluindo seu tempo de mercado, o público-alvo e outros elementos internos e externos que impactam as finanças do negócio de forma direta.

2 – COMEÇANDO A PLANEJAR

A investigação foi concluída e, agora, chega a hora de começar a organizar os dados e planejar o que será feito a seguir.

O ideal é que você utilize uma planilha para planejamento financeiro, já que utilizar um sistema informatizado é consideravelmente mais seguro que colocar os dados no papel.

Com isso, você deverá começar a planejar o seu faturamento durante um período de um ano, bem como os canais de vendas que serão utilizados para gerar receita e o modelo de precificação que será utilizado. Quanto mais informação, melhor!

Além de planejar o faturamento, será preciso realizar um planejamento de despesas, também durante um ano e, preferencialmente, dividido de forma mensal. As despesas fixas deverão ser incluídas, além de quaisquer outros gastos decorrentes de ampliação, projetos e afins, incluindo possíveis contratempos, já que nunca podemos descartar eventualidades que nos farão gastar um pouco mais do que o desejado.

A etapa seguinte serve como uma verificação de prioridades, onde você, como empreendedor, deverá decidir o que é absolutamente necessário e o que poderá ser adiado ou anulado. Julgando que você possui uma empresa de prestação de serviços e queria reformar uma parede, simplesmente por razões estéticas.

Com a priorização, você terá maior compreensão sobre o que é realmente urgente e o que pode esperar.

3 – INCLUINDO DESPESAS

Essa é uma das partes mais importantes para o Planejamento Financeiro para o Prestador de Serviço. Isso porque é aqui que o empreendedor verificará a real situação da empresa, analisando as despesas fixas, a margem de contribuição, o lucro e o prejuízo operacional, o lucro e o prejuízo antes dos impostos, o lucro e o prejuízo líquidos e os resultados não operacionais.

Os resultados não operacionais incluem:

  • Multas;
  • Taxas;
  • Venda de ativos;
  • Quaisquer outros fatores que não são diretamente influenciados pelo negócio.

Para calcular o Lucro e o Prejuízo antes dos Impostos, é preciso calcular:

Resultado Operacional – Resultado Não Operacional

Agora que você já sabe essas 3 dicas para realizar um Planejamento Financeiro para o Prestador de Serviço, você poderá avaliar a situação da sua empresa. Lembre-se que somente um contador poderá levantar dados precisos e definitivos sobre o seu negócio.

Em caso de dúvidas, conte com a Capital. Será um prazer falar com você!

Antes de ir, saiba as vantagens e desvantagens de um Prestador de Serviço PJ.

Sucesso e até logo!

Agora que você entende melhor sobre este assunto, entre em contato com um dos nossos especialistas!

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